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quarta-feira, 25 de maio de 2011

O natal de Poirot

Autora: Agatha Christie
Data: 1939
Editora: Nova Fronteira
Pgs.: 223
Gênero: policial
Assunto: assassinato em família

Todas as edições de “O natal de Poirot” trazem o seguinte trecho de MacBeth no prólogo: “Quem jamais poderia imaginar que aquele velho guardasse tanto sangue dentro de si?”. Isso porque Agatha Mary Clarissa Muller dedicou este livro a seu cunhado, James, que queria ver um romance cheio de sangue, e com uma morte bastante violenta, já que Agatha normalmente matava seus personagens com veneno, uma bala certeira ou algo bem civilizado, como boa inglesa. Enfim, seu cunhado queria um romance que não fosse “anêmico”.
A jovem Pilar aparece no trem rumo à Inglaterra, enquanto a família Lee confabula da casa do velho patriarca, Simeon. Na véspera de natal, com toda a família reunida na casa, Simeon é degolado em seu próprio quarto, encontrado revirado, bagunçado e com sangue para cada canto que se olhasse. O superintendente Sugden conta com a ajuda do coronel Johnson e de Hercule Poirot para resolver o crime. Mais uma vez, num caso onde os suspeitos pareciam não ter motivo nenhum para assassinar o velho, Poirot usa a analise psicológica e todas as informações que pode retirar da família, e encontra o assassino onde menos se imaginaria.

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